Avaliação do modelo de Fuchs-Nordheim incluindo a variação da capacidade calorífica para um reator TRIGA®

Autores

  • Daniel Kautscher de Barros Military Institute of Engineering image/svg+xml
    • Ronaldo Glicério Cabral Military Institute of Engineering image/svg+xml
      • Sérgio de Oliveira Vellozo Military Institute of Engineering image/svg+xml
        • Paulo Cezar Rocha Silveira Military Institute of Engineering image/svg+xml

          DOI:

          https://doi.org/10.15392/2319-0612.2026.3071

          Palavras-chave:

          capcidade calorífica, Fuchs-Nordheim, TRIGA, reatores nucleares, Reator de Pesquisa, Modelo de Pulso Modificado, Pulso

          Resumo

          Os TRIGA® (Training, Research, Isotope General Atomics) são reatores que, atualmente, são utilizados para treinamento de pessoal, produção de radioisótopos e para pesquisa em diversas áreas da ciência; nos dias atuais, mais de 20 países possuem TRIGAs®, incluindo o Brasil. Tais reatores possuem dois modos de operação: estado estacionário (no qual ele opera em um fluxo constante de nêutrons e os seus parâmetros também permanecem constantes) e o modo pulsado, em que, durante a remoção de uma única barra de controle (denominada transiente) há um aumento na reatividade e, com isso, induz-se um estado de super pronto-criticalidade, o que ocasiona em um aumento exponencial na potência e temperatura. Porém, devido ao coeficiente negativo de temperatura do combustível utilizado para alimentar o reator, a potência alcança um pico e rapidamente diminui até o encerramento das reações de fissão, em um processo que é inerentemente seguro. Os pulsos que são gerados durante a sua operação podem ter seus parâmetros descritos por modelos matemáticos, tais como o modelo de Fuchs-Nordheim, que equaciona o comportamento da reatividade, potência e temperatura durante o tempo de vida do pulso. Contudo, o modelo atual possui algumas limitações básicas, principalmente por considerar que parâmetros como a capacidade calorífica permanecem constantes durante todo o processo e, em casos práticos de operação de reatores nucleares, a capacidade calorífica é uma função da temperatura. Portanto, este artigo busca avaliar o impacto que a introdução da capacidade calorífica como função linear da temperatura exerce nos resultados finais, comparando os dados com e sem essa modificação.

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          Referências

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          Publicado

          15-07-2026

          Edição

          Seção

          Artigos Originais